Pappilon- o homem que fugiu do inferno

by Rubiana Souza 14. setembro 2014 15:20

Livro: Pappilon 


 Livro novo pintando por aqui. Esse eu quis ler porque me lembro de ter assistido ao filme com meu pai quando era pequena, e quando vi que tinha o livro quis reviver a história . Conta sobre um homem, Henri Charrière, apelidado de Pappilon por ter uma borboleta tatuada no peito, que é condenado à prisão perpétua por um assassinato que não cometeu. Narra as tentativas de fuga dele e de como esse homem corajoso não se deixou vencer.


Capítulos 1 a 3


Em 1931, aos 25 anos , nosso protagonista é condenado à prisão perpétua com trabalhos forçados pelo assassinato de Roland Le Petit  graças  ao temido promotor Dr. Pradel e a uma testemunha  chamada Polein , apresentada no tribunal como homem honesto e de folha limpa mas que alguns anos depois foi preso por tráfico de cocaína.Na prisão conhece Dega ,um milionário que foi pego falsificando francos . Eles se tornam amigos e fazem um pacto de vida e morte. Com a ajuda de um padre,ambos são transferidos para outro presídio, a Central de Caen. Lá eles tem o desprazer de conhecer Tribouillard, um vigilante, carrasco, torturador.Certo dia, Pappilon, ou Papi, se envolve em uma briga em que joga água fervendo nesse brutamontes e em resultado vai parar em uma solitária inundada de água no segundo subsolo. Estou nas primeiras páginas do livro e já não dá pra contar todas as atrocidades que esse homem sofreu, mas, pra se ter uma idéia, uma vez o deixaram doze dias algemado com os braços pra trás e quando foram tirar as algemas seus braços não podiam voltar a posição normal, foi preciso meia hora de fricção pra eles baixarem. A comunicação entre os presos na solitária é por “telefone", pancadas que eles dão na parede letra por letra ate formar as frases. A expectativa é para que eles sejam transferidos para outra prisão onde a fuga será menos difícil, sim, menos difícil,  porque nada será fácil pra esses homens. Mil e oitocentos homens fazem a longa viagem de navio por dezoito dias até a penitenciária de Saint-Laurent-du-Maroni.Pappilon paga para guardas e médicos e assim consegue ficar na internação por pelo menos um mês, ele e Dega. Estando internados fica mais fácil a fuga. Certa noite eles conseguem dominar os guardas e fugir em um pequeno barco e vão parar na Ilha dos Pombos, uma ilha de leprosos, todos criminosos. A descrição feita aqui da condição física dos leprosos é assustadora. Desta ilha partem com um barco ainda melhor, enfrentando diversos perigos como tempestades, sol forte e até um encontro com um navio onde o capitão lhes ajuda com um mapa e mantimentos. Muitas aventuras! Chegam em Trinidad e são muito bem recebidos por todos da ilha. Finalmente se sentem como homens livres! Ainda não é o fim da jornada, isso foi apenas uma pausa.

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